• “Adiel se destaca por diferentes aspectos: sua voz, única. O fato de parecer habitar duas épocas ao mesmo tempo – o passado e presente são constantes na sua criação. A ligação com a tradição mais profunda – mas ao mesmo tempo em diálogo constante com o mundo hoje. E ele não se vale de nenhum artifício “moderno” para tal fim. É na verdade uma ligação real com estes tempos e com sua cultura. Não há afetação. Nem um suposta ‘autenticidade’. É tudo de verdade mesmo”.

(Maestro Benjamim Taubkin, dezembro de 2012)

 

  • “Adiel Luna carrega a voz da ancestralidade. Mas, não uma imagem do passado, é mais um som que vem reverberando pelo tempo, que se cristaliza, se modifica, se adapta, se mantém e se renova. Uma voz-moldura para um versejar cristalino, que tem na métrica, na oração e na rima, sua santíssima trindade. Representante de um fazer cultural que ultrapassa barreiras de tempo-espaço, domina diversas vertentes do fazer poético, mas, tem no côco e na cantoria de viola suas expressões mais fluentes. Soma-se a tudo isso, ainda, sua relação muito próxima a mestres da arte popular, e a profunda admiração que nutre por tudo aquilo que envolve o ofício da palavra e do cantar genuinamente nordestino, gosto herdado por seu pai, que também foi seu maior mestre e incentivador”.

(Juliano Holanda – Produtor Musical)

 

  • “O cara integra essa nova geração de poetas de raízes rurais, mas firmemente plantados em solo urbano. São letrados, bem informados, produzindo poesia de qualidade. Sem menosprezar os ensinamentos dos mestres, enveredam por novos caminhos. (…) Espero que Adiel e seus parceiros voltem a se juntar, para dar o difícil, mas necessário salto sobre o abismo que separa tradição e modernidade. Saravá!”

(Homero Fonseca – Jornalista)

 

  • “A manutenção da cultura tradicional nos tempos atuais, naturalmente passará por transformações. Adiel Luna ressinifica sua arte com total devoção às tradições, incorporando um frescor natural de quem vive a realidade de um mundo de conexões. A verdade em seu trabalho traz um respiro importante para um universo representado essencialmente por artistas idosos, e reforça a força que as culturas tradicionais constroem ao longo de sua história, simplesmente porque acontece de forma espontânea e sincera. Viva a renovação”.

(Rafael Cortes – Assustado Discos)

 

  • “É um dos mais criativos da nova geração que insiste em valorizar o folclore nordestino”

(Julio Cavani – jornalista do Diário de Pernambuco, 29 de agosto de 2013)

 

  • “Filho de cantador, crescido em meio a cultura sertaneja, Adiel Luna fez um dos mais bem resolvidos álbuns deste gênero híbrido do popular, com influências urbanas, do litoral (…), que o ajudam a fazer um dos grandes discos da música pernambucana até o momento. (…) Luna segue à risca as métricas, bastante variadas, da cantoria de viola, os ritmos (coco, emboladas, sambas, baiões), mas adiciona a tudo isto o tempero da cultura urbana, e suas variantes, sem forçar barra”.

(Zé Teles – Jornalista.)